Depois de enfrentar a maior crise econômica e política de sua história, há sinais de que 2019 será um ano melhor para o Brasil.

A massa real de salários dos brasileiros está crescendo, as taxas de juros, caindo, e há mais oferta de crédito no mercado.

As dezenas de grifes estrangeiras que fincaram pé no Brasil durante anos, já não estão tão otimistas assim.

Veja algumas das marcas que desistiram do Brasil.

  1. Piaget
  2. Vacheron Constantin
  3. Longines
  4. Rado
  5. Certina
  6. Hamilton
  7. Ralph Lauren
  8. Kate Spade
  9. Mineral Bars
  10. Ladurée
  11. Lanvin
  12. Topshop
  13. Longchamp
  14. Fred Perry
  15. Vilebrequin
  16. Lush
  17. Keith L’Oreal
  18. Bonpoint
  19. Versace
  20. Cavalli
  21. Tory Burch

Veja as grifes que encolheram por aqui.

  1. Ermenegildo Zegna
  2. Cartier
  3. Grupo Armani
  4. Adidas

O grupo VF, que comercializa as marcas Vans e Timberland, também anunciou, na semana passada, o fim de suas operações diretas, partir de 2020.

Há fortes boatos de que as marcas IWC, Panerai, Jaeger-LeCoultre e Salvatore Ferragamo também deverão sair do Brasil.

 

Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

2 comentários

  1. […] debandada de grifes estrangeiras do país se intensificou após a crise iniciada em […]

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  2. Lembremos que muitas dessas marcas tiveram capitalizações/sociedade com grupos de shopping no Brasil (a exemplo da IESC), a questão toda é o custo que essas mercadorias são vendidas no Brasil, além do que, não se deve analisar crescimento de massa salarial em um enorme estrato social que não possui conhecimento cultural para acesso as marcas, muitas vezes o público em geral, não reconhessem o valor de vestir o Loius Vuitton, usar um produto Channel ou reconhecer um Macqueem, temos mais o hábito de nos usar roupas do que vestir uma roupa, inspirado em seu corpo. Ainda temo o as fast fashion que não possui custo críativo, qualidade e e uma história para o desenvolvimento de coleção. Elas são focadas em cópias reduzindo muito o custo final da mercadoria. Enfim, resume-se a cultura e burocracia fiscal.

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