Fato

Indicadores revelam que comércio eletrônico mantém crescimento vigoroso no Brasil e no mundo.

As antigas barreiras para a adoção dessa modalidade de vendas desapareceram em diferentes camadas da população por sexo, idade e renda.

Mito

Muitos varejistas ainda não entraram na venda pela internet por considerar que seus  clientes não utilizam esse canal de compras.

Eles também desconhecem as principais plataformas ou as opções mais baratas para trabalhar com o comércio eletrônico.

Acreditam também que o cliente da internet é “diferente” daquele atendido todos os dias na loja, e que o e-commerce pode reduzir o tráfego no estabelecimento.

Realidade

Os consumidores que utilizam mais de um canal do mesmo varejista, compram, em média, mais do que aqueles que usam apenas um dos canais de compra.

O comércio pela internet é acessível para qualquer tamanho ou segmento de loja.

Mesmo sem uma plataforma profissional de e-commerce, é possível iniciar as vendas diretamente em market places ou por ferramentas básicas disponíveis nas mídias sociais.

O comerciante precisa oferecer opção para o cliente comprar quando a loja estiver fechada ou quando o consumidor não puder se deslocar até o estabelecimento.

Se não, ele vai comprar em outra loja e, se for bem atendido, será fiel ao comércio que oferece mais canais de compra.

Cuidado lojista para não educar o cliente a comprar de concorrentes.

 

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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