A crise provocada pelo novo coronavírus expõe mais um atrito nas relações entre lojistas e administradores de shopping centers.

O cabeleireiro Paulo Takeshi, 56 anos, recorreu à Justiça para ter acesso ao que parece ser o básico: o detalhamento nos gastos do condomínio do shopping União de Osasco.

Somando fundo de promoção, aluguel e condomínio, o boleto mensal do seu salão, o Sapporo, de pouco mais de 80 metros quadrados, somava R$ 27 mil, quase 30% do faturamento no mês.

Para um negócio ter algum lucro em um centro comercial, este percentual não deve ultrapassar 12%, de acordo com especialistas em varejo.

Hoje, na média, está em 18%, segundo levantamento feito pela Ablos (Associação Brasileira dos Lojistas Satélites).

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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