Em meio à maior pandemia da história mundial recente, qual é o comerciante que não sonha em ver a loja novamente lotada de clientes antigos e novos e até filas nos caixas.

Atender de 350 a 400 clientes por dia durante a semana e de 600 a 700 clientes aos sábados fica apenas na imaginação, ainda mais para quem trabalha com roupas e acessórios.

Na casa número 8 de uma pequena vila localizada na Rua Heitor Penteado, 1.096, em São Paulo, porém, os números citados acima são pura realidade desde setembro.

Ali, a empresária Denise Pini dá inveja a muitos empresários. Ela toca há cerca de 30 anos a Capricho à Toa, brechó de roupas usadas que, de acordo com ela, vai bem com ou sem crise.

“Comecei em 1991 com 60 metros quadrados. Hoje, a loja ocupa quatro sobrados com 600 metros quadrados. O brasileiro aderiu aos brechós e, com a crise, mais ainda”, afirma.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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