Dezembro, Vila Madalena. Mês e bairro em que bares e restaurantes costumam lotar, principalmente devido às confraternizações de final de ano de famílias e empresas.

Em um ano atípico devido à pandemia do novo coronavírus, o cenário é este.

Na última quinta-feira (10/12), em um dos restaurantes italianos mais famosos de São Paulo, o Pasquale, apenas sete clientes foram atendidos no período das 12h às 14h30.

“Está muito difícil. Caiu o número de clientes, os custos de todos os insumos subiram e ainda faltam produtos”, afirma Pasquale Nigro, chef e dono do restaurante.

Além de todos os efeitos que a Covid-19 provocou no comércio em geral, os restaurantes enfrentam uma das maiores pressões de custos dos últimos anos.

Nos últimos 12 meses terminados em novembro, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 4,4%. No grupo de alimentos e bebidas, a alta foi de 16%.

Donos de restaurantes ouvidos pelo Diário do Comércio relatam aumentos de preços de produtos que chegam a 100%, como é o caso do óleo de soja.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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