Uma das mais conhecidas redes de malas e bolsas do país, a Le Postiche, acaba de obter o sinal verde da Justiça para colocar em prática um plano que promete uma reviravolta no seu modelo de negócio.

No final de junho, foi apresentado o plano de recuperação da empresa, que prevê deságio de 70% da dívida e parcelamento de débitos em 15 anos.

Credores considerados parceiros que aderirem ao plano poderão ter condições diferenciadas. Isto é, receber o dinheiro em prazos menores.

Com uma dívida de quase R$ 65 milhões, a empresa, que nasceu com a venda de perucas na década de 60, não resistiu aos efeitos da pandemia.

Em maio deste ano, a rede, hoje com 140 lojas espalhadas pelo país, entrou com pedido de recuperação judicial.

Agora vem uma das partes mais difíceis do processo, que é a rodada de conversas com os credores – fornecedores e instituições financeiras.

Em outubro ou novembro, uma assembleia de credores deve ser marcada para aprovar – ou não – as condições apresentadas pela empresa.

“Temos grande expectativa de aprovação do plano, pois está muito bem fundamentado para a empresa dar a volta por cima”, afirma Alessandra Restaino, diretora da rede, e filha do fundador, Álvaro Restaino.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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