Se tem um indicador que os supermercadistas querem que seja o mais próximo de zero possível é o que se refere às perdas sobre o faturamento.

O último dado da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), de 2020, identificou um índice médio de 1,79% sobre a receita bruta das redes, um dos menores da história.

Tudo indica que em 2021 o cenário vai ser diferente. Este número pode ultrapassar 2%, de acordo com supermercadistas e especialistas em prevenção de perdas de empresas.

Nos últimos quatro meses, redes identificaram um aumento expressivo nos furtos de produtos de maior valor, especialmente na linha de carnes mais nobres, como a picanha.

A alta do preço da carne, que supera os 30% somente no primeiro semestre, e a queda de renda, são os principais motivos, de acordo com supermercadistas, para o aumento de furtos.

Com 31 lojas no Estado de São Paulo, a rede Coop, informa que o indicador de perdas no açougue aumentou 33% de janeiro a setembro deste ano sobre igual período de 2020.

“Parte deste incremento está relacionada ao aumento de furtos interno (por funcionários) e externo (por consumidores)”, afirma Gernaldo Gomes dos Santos, diretor da Coop.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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