Um dos setores que mais se beneficiaram com a pandemia, o de material de construção, enfrenta neste momento um dos maiores desafios dos últimos tempos.

Não há pronta entrega de parte de produtos básicos para acabamento de obras, como revestimentos para chão e parede, louças e metais sanitários.

Pedidos de clientes às lojas estão sendo feitos sob encomenda e, no caso de alguns deles, a demora para a entrega pode chegar a dez meses.

“Nunca tinha visto uma situação parecida em 30 anos”, afirma Cássio Schiavo Tucunduva, presidente da FECOMAC (Federação de Comerciantes de Material de Construção do Estado de São Paulo) e sócio- proprietário da distribuidora Metrópoles, de Campinas (SP).

Em duas lojas da C&C, uma em São Paulo e outra em Jundiaí (SP), visitadas pelo Diário do Comércio, revestimentos da Portobello e da Eliane têm previsão de entrega para 180 dias.

A situação se repete em lojas espalhadas por todo o Estado e pode ser ainda pior para os pequenos e médios comerciantes, geralmente com menor poder de negociação.

De acordo com Tucunduva, o que acontece, neste momento, é o reflexo de obras que tiveram início durante a pandemia e agora estão em fase de acabamento.

Nos últimos dois anos, diz ele, a demanda por material de construção aumentou cerca de 50% e, em alguns casos, até triplicou, e a indústria não conseguiu responder em prazo tão curto.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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