Crise e falta de produto são situações que, geralmente, ocorrem em momentos distintos. O natural é que falte mercadoria em época de boom econômico, e vice-versa.

Com a pandemia, o cenário no Brasil é inusitado. Às vésperas da melhor época de vendas para o comércio, com a Black Friday e o Natal, faltam produtos nas lojas em plena crise econômica.

Levantamento do Diário do Comércio revela que lojistas estão com falta de revestimentos cerâmicos, eletrodomésticos, carros e até roupas, sapatos e artigos de luxo.

Por falta de tecidos, a Remo Fenut, confecção e rede com 13 lojas na Grande São Paulo, reduziu pela metade a produção de ternos e camisas neste final de ano.

Como consequência, a empresa com 40 anos de mercado, está perdendo venda na crise.

“Casamentos, festas estão voltando a acontecer, só que não tenho opções para vender por falta de tecidos para a produção”, afirma Thiago Sitta, sócio proprietário da empresa.

Antes da pandemia, diz ele, pedidos feitos às indústrias têxteis eram entregues em 30 dias, no máximo. Hoje, levam seis meses. São os casos de tecidos 100% algodão e de poliéster.

“É um período de frustração para o lojista, por não ter o que vender como antes, e para o cliente, que não tem opções de produtos para escolher”, diz.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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