Em uma saída para as lojas é impossível não notar a alta generalizada de preços dos produtos, muito além da taxa oficial da inflação, que está na casa de 12% em 12 meses.

Veja alguns exemplos. A peça mais procurada durante a pandemia, a máscara, custava R$ 19,90 (o pacote com duas unidades da marca Lupo), assim que foi lançada. Hoje, R$ 26.

Um par de meia masculina clássica da mesma marca, que custava R$ 14,80 em dezembro de 2019, passou para R$ 17,70 em dezembro do ano passado e para R$ 19,80 hoje.

Uma camisa masculina da Remo Fenut, vendida a R$ 60, hoje sai por R$ 100. Um par de sapato masculino da Fascar, que era vendido a R$ 450 antes da pandemia, hoje custa R$ 630.

Em um país onde as famílias estão com o orçamento mais apertado e bem mais endividadas, comerciantes quebram a cabeça para driblar a forte pressão inflacionária. “O cenário de hoje faz lembrar o final da década de 80, quando o país enfrentou uma escalada de preços absurda”, afirma Thiago Sitta, sócio da Remo Fenut, loja de roupas masculinas.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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