Não é de hoje que o combate a fome é um dos maiores desafios do planeta. Portanto, jogar alimento no lixo torna-se infame, quando milhões de pessoas não têm o que comer no mundo.

Com base nesta premissa, surge uma discussão na cadeia produtiva do setor de alimentos com o objetivo de esticar o prazo de validade dos produtos, sobretudo no caso de não-perecíveis.

A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) levantou o assunto no ano passado e deu continuidade no 2º Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, que aconteceu neste mês.

A Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) também se manifestou a favor.

Nos cálculos da Abras, a taxa de desperdício média do setor é da ordem de 1,8%, atingindo R$ 611 bilhões por ano, considerando o faturamento anual do setor, de R$ 7 bilhões.

Pouco mais da metade deste valor (57%) refere-se a produtos descartados em razão de prazo de validade vencido. “Com mais tempo para a venda, aumenta o prazo para a venda comercial e solidária e as doações humanitárias”, diz Rodrigo Segurado, vice-presidente de Ativos Setoriais da Abras.

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Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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