Elas são brancas, pretas, coloridas, estampadas com bolinhas, flores ou listradas. Custam entre R$ 5 e R$ 10 a unidade.

Quem diria que as máscaras se tornariam a peça mais procurada em todo o mundo quase que da noite para o dia.

Muito usadas em países como Japão e Coreia do Sul, para evitar a contaminação de gripes, elas se tornaram essencial também por aqui para conter a proliferação do novo coronavírus.

Com a escassez de máscaras tradicionais, aquelas vendidas em farmácias, costureiras viram a oportunidade de ganhar dinheiro ao produzí-las com tecidos diferentes e coloridos.

Genelice da Silva Lima Rodrigues, 60 anos, proprietária da Costura com Arte, em Perdizes, está fazendo 60 máscaras por dia há pouco mais de dez dias. Já vendeu 400 a R$ 10 cada.

Costureira há cerca de 30 anos e especializada na fabricação de jalecos para profissionais de saúde, ela nunca tinha feito máscaras e nunca pensou que poderia fazer tantas em tão pouco tempo.

Para dar conta da demanda, ela e o marido Carlos estão trabalhando também aos sábados e aos domingos.

Para ela, depois da pandemia do novo coronavírus, é bem provável que o uso de máscaras se torne um hábito e por que não uma peça fashion.

Quem está com gripe ou quem for para locais lotados de gente, de acordo com a costureira, muito provavelmente vai lembrar delas.

“As máscaras vão ser cada vez mais peças tão importantes quanto os jalecos.”

Escrito por Fátima Fernandes

Jornalista especializada em economia, negócios e varejo

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